Algum dia (não lembro exatamente quando, mas é só procurar) eu fiz uma lista de coisas do lugar onde nasci e vivi que me davam saudades enquanto estava longe.
Tenho certeza que escrevi aquilo não apenas 16 dias depois de chegar em Pt, mas eu já sinto muita saudade de Aveiro e quero fazer essa lista. Ao contrário da outra lista, que eu sabia que a saudade tinha prazo máximo, eu não sei quando (nem se) vou matar essas saudades de Aveiro.
Mas a lista de coisas que eu sinto falta são:
Meus amigos.
As pessoas desconhecidas que eu dava bom dia na rua.
O tio do Mercado Negro e todas as pessoas que trabalhavam em algum lugar e depois sempre cumprimentavam quando nos encontrávamos na rua ou em qqr lugar aleatório.
O Mercado Negro, e todos os pubs e bares que a gente ia pra bater papo e beber qualquer coisa: Kittens, Irish Pub, Adega, Guest (sangria ♥), Cais Madeirense (poncha ♥), BarBaRija, Monlou, Da Vinci, Casa de chá, ...
O Bodegas e os outros lugares que íamos para beber e dançar: Santos, Maravilhas, Ômega, ...
Simplesmente poder ter vontade de sair às 10 da noite e ir.
As comidas: bacalhau com natas, bifinhos com molho de cogumelos, lombo assado com ananás, bacalhau à brás, perna recheada, arroz de chouriço, arroz de pato, ♥KEBAB♥, hambúrguer do Ramona, cachorro-quente com molho de francesinha e batata do Convívio, mil outras coisas.
Aquela universidade enorme.
Poder fazer qualquer coisa e saber que ninguém saberia no dia seguinte, só se eu contasse.
Andar e andar e não ter morros.
Não sentir medo de ser assaltada na rua. Andar tranquila sozinha a qualquer hora do dia ou da noite.
Tirar dinheiro do caixa eletrônico na rua, sem preocupação nenhuma.
Sempre ter dinheiro.
Poder planejar viagens tendo como critério o calendário de férias, e a grana em segundo lugar.
Ter alguém sempre junto. Poder escolher a companhia pra ir ao mercado ou ao cinema. (eu sei que isso soa egoísta, mas às vezes meu humor aguentava apenas o Rafa.)
Ver as pessoas na mesma vibe que eu. Todo mundo no mesmo barco, compartilhando das mesmas saudades e da mesma felicidade.
Acho que é isso. E acho que essa lista é bem menor que aquela. Finalizando o post quero até catar aquela lista e reler; talvez me dê um fôlego a mais pra me readaptar aqui...
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015
sábado, 29 de novembro de 2014
hora de agradecer
Ontem não foi meu dia.
Foi um dia mau.
Primeiro porque fui dormir perturbada. A noite não foi boa como deveria, porque me incomodei com algumas brincadeiras bobas. E desnecessárias.
Enfim, não ouvi o despertador, acordei perto das 13h, e decidi que não ia nem para a aula da tarde. Dia todo em casa. Acabei dormindo todo o dia... nunca dormi tanto assim.
À noite, acabei olhando um artigo do BuzzFeed que me fez repensar por que meu espírito estava tão pesado e por que eu havia feito o meu dia tão ruim.
No facebook, vi postagens que me lembraram que ontem era o Dia de Ação de Graças. E eu havia agradecido por algo? Nada.
Acabei comentando com três amigas sobre meu estado mental, e uma delas me falou que estava numa situação parecida: cansada de tudo, desmotivada, sem paciência nem vontade. Me falou que havia começado a fazer meditação naquele dia, e me disse como eu deveria proceder para também fazê-lo. É, basicamente, ouvir uma música sempre, antes de dormir, e a cada semana fazer uma lista de agradecimento pelo que eu tenho.
Sinto que preciso fazer esta lista hoje.
Eu tinha o hábito de agradecer a vida (Deus, tempo, mundo, a algo ou alguém) tudo o que eu tenho. Mas fui perdendo este hábito, e preciso resgatá-lo.
Enfim, esta é a minha lista de agradecimentos:
Obrigada, mundo, pelas coisas serem exatamente como são. Pelas pessoas que passam na minha vida e sempre me ensinam algo, seja de como ser ou de como não ser, de como fazer ou de como não fazer. Obrigada por eu ter uma família, que, mesmo distante, está comigo sempre. Obrigada por eu ter uma casa, um cobertor, comida todos os dias, roupas e todas as outras coisas que me proporcionam dias mais confortáveis e gostosos. Por eu ter a oportunidade de estudar e aprender tanta coisa, tanto na universidade como com as pessoas das mais variadas culturas, nacionalidades e opiniões que eu conheci/conheço/conhecerei. Obrigada, muito obrigada, por todas as oportunidades que me são dadas.
Obrigada, pai e mãe, por me ensinarem tudo o que me ensinaram. Por me ensinarem o que é ética, o que é moral, e o que eu preciso saber para viver com outras pessoas. Sério, obrigada por me xingarem tantas vezes e por me fazerem ser como eu sou.
Obrigada, amigos, pelas tantas vezes que eu preciso e encontro as vossas mãos estendidas a mim. Obrigada pelo auxílio intelectual, moral e amoroso. Pelos momentos felizes compartilhados (aumentando a minha alegria) e pelos momentos tristes compartilhados (dividindo minhas tristezas).
Obrigada, acaso, por me ajudar nessa vida. Por colaborar para eu estar vivendo essa oportunidade hoje, de morar em um país diferente, poder aprender tanta coisa diferente, conhecer pessoas totalmente diferentes e tantas outras coisas.
Então era isso. Só queria agradecer. E que nunca seja tarde para nos sentirmos agradecidos, nunca.
Obrigada.
Foi um dia mau.
Primeiro porque fui dormir perturbada. A noite não foi boa como deveria, porque me incomodei com algumas brincadeiras bobas. E desnecessárias.
Enfim, não ouvi o despertador, acordei perto das 13h, e decidi que não ia nem para a aula da tarde. Dia todo em casa. Acabei dormindo todo o dia... nunca dormi tanto assim.
À noite, acabei olhando um artigo do BuzzFeed que me fez repensar por que meu espírito estava tão pesado e por que eu havia feito o meu dia tão ruim.
No facebook, vi postagens que me lembraram que ontem era o Dia de Ação de Graças. E eu havia agradecido por algo? Nada.
Acabei comentando com três amigas sobre meu estado mental, e uma delas me falou que estava numa situação parecida: cansada de tudo, desmotivada, sem paciência nem vontade. Me falou que havia começado a fazer meditação naquele dia, e me disse como eu deveria proceder para também fazê-lo. É, basicamente, ouvir uma música sempre, antes de dormir, e a cada semana fazer uma lista de agradecimento pelo que eu tenho.
Sinto que preciso fazer esta lista hoje.
Eu tinha o hábito de agradecer a vida (Deus, tempo, mundo, a algo ou alguém) tudo o que eu tenho. Mas fui perdendo este hábito, e preciso resgatá-lo.
Enfim, esta é a minha lista de agradecimentos:
Obrigada, mundo, pelas coisas serem exatamente como são. Pelas pessoas que passam na minha vida e sempre me ensinam algo, seja de como ser ou de como não ser, de como fazer ou de como não fazer. Obrigada por eu ter uma família, que, mesmo distante, está comigo sempre. Obrigada por eu ter uma casa, um cobertor, comida todos os dias, roupas e todas as outras coisas que me proporcionam dias mais confortáveis e gostosos. Por eu ter a oportunidade de estudar e aprender tanta coisa, tanto na universidade como com as pessoas das mais variadas culturas, nacionalidades e opiniões que eu conheci/conheço/conhecerei. Obrigada, muito obrigada, por todas as oportunidades que me são dadas.
Obrigada, pai e mãe, por me ensinarem tudo o que me ensinaram. Por me ensinarem o que é ética, o que é moral, e o que eu preciso saber para viver com outras pessoas. Sério, obrigada por me xingarem tantas vezes e por me fazerem ser como eu sou.
Obrigada, amigos, pelas tantas vezes que eu preciso e encontro as vossas mãos estendidas a mim. Obrigada pelo auxílio intelectual, moral e amoroso. Pelos momentos felizes compartilhados (aumentando a minha alegria) e pelos momentos tristes compartilhados (dividindo minhas tristezas).
Obrigada, acaso, por me ajudar nessa vida. Por colaborar para eu estar vivendo essa oportunidade hoje, de morar em um país diferente, poder aprender tanta coisa diferente, conhecer pessoas totalmente diferentes e tantas outras coisas.
Então era isso. Só queria agradecer. E que nunca seja tarde para nos sentirmos agradecidos, nunca.
Obrigada.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
para internalizar
Descobri algumas coisas.
Descobri que eu não gostava da Invernada. Que eu não sentia saudade da Invernada. Que, na verdade, eu sentia/sinto saudades de dançar. Saudades de quem eu sou quando danço, quando estou em um palco.
Descobri que eu não gostava de algumas pessoas em si, que eu não sentia saudade destas pessoas, mas de quem eu era quando estava com elas.
Descobri que as pessoas são mal agradecidas. Sim, é triste pensar assim, mas é muito mais prazeroso eu me surpreender a cada vez que alguém tem uma ação de gratidão do que me decepcionar quase todos os dias com ações que eu pensava que veria e não vejo. Preciso internalizar esta descoberta.
Descobri que, muitas vezes, quem mais acredita na gente e nos apoia não somos nós mesmos. E, quem nos apoiou uma vez, não necessariamente apoiará uma segunda...
Alguns amigos me ensinaram, neste final de semana, que "Amigo é amigo, e Filho da puta é Filho da puta".
EM TEMPO: PESSOAS NÃO ENTENDEM INDIRETAS!
Descobri que eu não gostava da Invernada. Que eu não sentia saudade da Invernada. Que, na verdade, eu sentia/sinto saudades de dançar. Saudades de quem eu sou quando danço, quando estou em um palco.
Descobri que eu não gostava de algumas pessoas em si, que eu não sentia saudade destas pessoas, mas de quem eu era quando estava com elas.
Descobri que as pessoas são mal agradecidas. Sim, é triste pensar assim, mas é muito mais prazeroso eu me surpreender a cada vez que alguém tem uma ação de gratidão do que me decepcionar quase todos os dias com ações que eu pensava que veria e não vejo. Preciso internalizar esta descoberta.
Descobri que, muitas vezes, quem mais acredita na gente e nos apoia não somos nós mesmos. E, quem nos apoiou uma vez, não necessariamente apoiará uma segunda...
Alguns amigos me ensinaram, neste final de semana, que "Amigo é amigo, e Filho da puta é Filho da puta".
EM TEMPO: PESSOAS NÃO ENTENDEM INDIRETAS!
sexta-feira, 21 de março de 2014
Oh, yeah...
Acho que sou uma mulher com defeitos de fabricação: não consigo fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Quando decido estudar, passo dias só estudando. Quando me apego a seriados, pronto, só seriados. E quando me detive ao blog era post todos os dias (às vezes, mais que um por dia).
Ando estudando e vendo seriado, então blog, bye-bye... mas tiveram várias coisas legais essa semana (nem tantas assim) que posso listar:
- estudei bastante;
- fiz uma prova legal, tipo, legal mesmo. Mesmo que a nota não vá ser tão boa, eu fiz a prova tranquila sabe, sabendo o que tava lá, e sei que estudei de verdade;
- descobri que estava (muito³) pobre e hoje descobri que consigo dar a volta até a próxima bolsa cair na conta;
- tive um pesadelo com a professora da matéria mais temida do semestre (isso não é legal, mas é engraçado);
- vi seriados, que adoro;
- estou comendo brigadeiro com grissini. :D
A semana foi boa. O tempo aqui passa rápido demais...
Ando estudando e vendo seriado, então blog, bye-bye... mas tiveram várias coisas legais essa semana (nem tantas assim) que posso listar:
- estudei bastante;
- fiz uma prova legal, tipo, legal mesmo. Mesmo que a nota não vá ser tão boa, eu fiz a prova tranquila sabe, sabendo o que tava lá, e sei que estudei de verdade;
- descobri que estava (muito³) pobre e hoje descobri que consigo dar a volta até a próxima bolsa cair na conta;
- tive um pesadelo com a professora da matéria mais temida do semestre (isso não é legal, mas é engraçado);
- vi seriados, que adoro;
- estou comendo brigadeiro com grissini. :D
A semana foi boa. O tempo aqui passa rápido demais...
quarta-feira, 5 de março de 2014
coisas que deveríamos falar mais vezes
Aaaaaah, tem um vídeo maravilhoso que eu vi hoje também (no Entenda os Homens) e vou tentar adotar pra vida.
Esse menino podia ser meu filho, né? *-*
Esse menino podia ser meu filho, né? *-*
Regras da vida ;)
Vi um negócio hoje que gostei muito. Vou tentar adotar no meu dia-a-dia.
Aqui está:
Aqui está:
O mundo certamente seria melhor se as pessoas fizessem mais isso!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
As 20 coisas que eles não nos disseram
Li uma lista muito boa num site português chamado inesperado.org. Resolvi transcrever aqui:
Um dia fomos crianças adoráveis com pele macia e bochechas redondas. Um dia fomos jovens com amigos, estudos e férias intermináveis.
Um dia fomos adultos e não estávamos nada preparados para isso. Dava jeito que os crescidos nos tivessem preparado para algumas coisas que íamos encontrar, porque assim talvez a vida fosse mais fácil. Aqui fica uma lista de 20 coisas – pouco ou muito importantes – que eles não nos disseram:
1. Trabalhar dá trabalho. Estudar dá trabalho. Fazer uma coisa bem feita dá trabalho.
2. É estúpido tentar agradar a toda a gente. É impossível forçar alguém a gostar de nós, muito menos com frases feitas e poses estudadas.
3. É impossível não errar. Sempre que fazemos uma coisa nova, vamos começar por fazê-la mal.
4. Pôr dentes debaixo da almofada não dá dinheiro. O dinheiro custa a ganhar – ainda mais do que perder dentes – mas desaparece num instante.
5. Ter medo é normal. Não há problema em sentir medo, desde que façamos o que temos a fazer, apesar do medo.
6. Não há famílias perfeitas. Cada família é funcional e disfuncional de uma forma única.
7. Não há pessoas perfeitas. Se alguém que admirávamos nos desilude, é porque estávamos iludidos.
8. Somos mais do que as coisas que fazemos. É possível ter feito asneirada e continuar a ser boa gente.
9. Vamos sofrer. O mundo não é côr-de-rosa, e há coisas que nos vão magoar. Mas não adianta nada preocuparmo-nos com isso.
10. Há coisas contagiosas. Como o bocejo, o riso ou o herpes labial.
11. As relações não são como nos filmes. Estar casado não é um mar de rosas e ninguém está sempre apaixonado.
12. Amar uma pessoa a sério dá muito trabalho. Mas vale a pena.
13. O barulho do mar não fica armazenado dentro dos búzios. Nem a água das piscinas é azul.
14. Há coisas que não mudam. Há situações e pessoas que não vão mudar, mas a nossa forma de lidar com isso pode sempre mudar.
15. Apanhar um escaldão não é sexy. Nem apanhar uma bebedeira. Nem dizer palavrões.
16. O mundo real é melhor que o virtual. A internet é simpática mas uma conversa ao vivo é melhor.
17. O papel higiénico acaba-se. Tal como todas as coisas que se compram. Só não se acaba o que não tem preço.
18. Não se pode acreditar em tudo o que nos dizem. Há quem não faça o que diz, e há quem não diga o que faz.
19. Querer estar em todo o lado ao mesmo tempo não é possível. Nem é o que nos faz mais felizes.
20. Há listas de bons conselhos que não servem de nada, porque há coisas que só se aprendem se forem vividas. "
O item 17 me tocou: Só não se acaba o que não tem preço. Não preciso falar mais nada...
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
na cozinha...
Ei, você, que está em algum lugar do mundo e é uma pessoa com o qual eu vou morar junto, um dia. (Espero sinceramente que uma das pessoas que eu more junto no futuro seja meu cônjuge. Isso serve pra você também, futuro cônjuge.)
Gostaria de saber: a gente já se conhece? Acho que ainda não. Onde você mora? O que faz da vida? O que será que está fazendo neste momento?
Acho que tenho umas coisas sobre a cozinha e comidas pra contar sobre mim, pra que ao menos você não se apavore quando me conhecer. São coisas bobas, mas eu gosto dessas coisas bobas.
Partiu:
Quando você cozinhar pra você, use o que quiser e coma o que quiser, cozinhe do jeito que você quiser! Por favor, porque eu vou fazer isso. Quando é pra mim, eu uso os temperos que eu gosto. Se você me avisou dois minutos antes de ficar pronto, não reclame se eu coloquei ervilhas e você não gosta.
Tenho uma dificuldade imensa em comer espaguete quando a pessoa que o cozinhou quebrou-o no meio. Por favor, se não conseguir cozinhar espaguetes inteiros, cozinhe macarrão, massa parafuso, caracolinho, ou qualquer coisa do gênero. Mas não quebre o espaguete, por favor.
Massa é boa 'al-dente'. Não cozinhe a massa por tempo demais! A digestão é mais difícil, comer é mais difícil. Massa é muito melhor cozida 'al-dente'.
Sopa a gente faz com arroz, com legumes, ou com massa fina, tipo letrinhas ou cabelo-de-anjo, essas massas pra sopa mesmo. Não coloque espaguete na sopa.
Por favor, se você fez comida, coma tudo. Se fez pra dividir comigo, eu peguei e ainda sobrou, foi você que fez, então dê jeito na sobra. Coma. Guarde. Coloque fora (não!). Mas não deixe ali em cima do fogão por uma semana esperando que ela desapareça. Eu juro que guardo sempre também.
Não coloque comidas que eu ainda esteja comendo fora. Como a mortadela com temperos que você olhou e julgou que fosse mofo. São temperos. Olhe direito que você vai se sentir um idiota.
Tente, por favor, não jogar comida fora. Sei que essa conversa possa parecer ridícula, mas há MUITAS pessoas no mundo passando fome. Muitas mesmo. Você não tem direito de jogar comida no lixo. Simplesmente isso.
Se você comprou frutas ou legumes, não deixe-as estragar. Os que eu compro, eu dou um jeito de comer antes de estragar. Faça o mesmo, por favor. Isso vale para bolachas e qualquer outra coisa comestível também.
Sim, eu também amo iogurtes. Mas, por gentileza, comeu, lavou o potinho e colocou no lixo. Não deixe acumular potes sujos de iogurte na pia da cozinha. Obrigada.
Se o lixo (orgânico ou reciclável) está cheio, leve até a rua. Não é obrigação só minha. Você também produz lixo.
Quando eu fizer comida pra você também, se estiver ruim, pode falar. "Falta sal", "tem sal demais", "tá meio estranho..." não matam ninguém. Eu invento muito na cozinha e nem sempre fica bom. Mas não me diz que tá bom e não come. Ou coloca meio prato no lixo (já falei que odeio que comida vá pro lixo!).
Quebrou um copo, compre outro. Quebrou um prato, compre outro. Assim, nunca vai faltar nada. Vai quebrando e quando vemos, não tem mais nada de utensílios em casa.
Eu não vou me incomodar nada se você também lavar os panos de prato! Sério, juro. Se você quiser passar um pano na cozinha ou trocar o tapete da pia, também não vou reclamar. Se sinta à vontade, afinal você também usa (leia-se SUJA).
Eu cozinhei, você lava a louça, mas eu deixo tudo arrumado: toda a louça suja na pia, temperos e coisas guardados nos seus devidos lugares. Então: você cozinhou, eu lavo a louça. MAS DEIXE TUDO ARRUMADO: guarde o que usou! Limpe a bancada, a mesa ou onde fez sujeira.
Não tenho problema em deixar louça suja na pia. Quer deixar o prato, copo, ou sei lá o que você usou e não quer lavar agora, sem problema nenhum. Desde que deixe no seu cantinho da pia. Eu deixo as minhas louças sujas no meu cantinho. Quando quero, lavo (ou quando vejo que não há mais nada limpo). Mas depois, lave. Quando ver que há várias coisas lá ou que já não há mais nada limpo. Obrigada.
Teriam outras coisas ainda, mas acho que essas são as mais importantes. E por favor, me diga suas especificações na cozinha. Prometo aceitá-las na mesma proporção que você aceitar as minhas. :)
Gostaria de saber: a gente já se conhece? Acho que ainda não. Onde você mora? O que faz da vida? O que será que está fazendo neste momento?
Acho que tenho umas coisas sobre a cozinha e comidas pra contar sobre mim, pra que ao menos você não se apavore quando me conhecer. São coisas bobas, mas eu gosto dessas coisas bobas.
Partiu:
Quando você cozinhar pra você, use o que quiser e coma o que quiser, cozinhe do jeito que você quiser! Por favor, porque eu vou fazer isso. Quando é pra mim, eu uso os temperos que eu gosto. Se você me avisou dois minutos antes de ficar pronto, não reclame se eu coloquei ervilhas e você não gosta.
Tenho uma dificuldade imensa em comer espaguete quando a pessoa que o cozinhou quebrou-o no meio. Por favor, se não conseguir cozinhar espaguetes inteiros, cozinhe macarrão, massa parafuso, caracolinho, ou qualquer coisa do gênero. Mas não quebre o espaguete, por favor.
Massa é boa 'al-dente'. Não cozinhe a massa por tempo demais! A digestão é mais difícil, comer é mais difícil. Massa é muito melhor cozida 'al-dente'.
Sopa a gente faz com arroz, com legumes, ou com massa fina, tipo letrinhas ou cabelo-de-anjo, essas massas pra sopa mesmo. Não coloque espaguete na sopa.
Por favor, se você fez comida, coma tudo. Se fez pra dividir comigo, eu peguei e ainda sobrou, foi você que fez, então dê jeito na sobra. Coma. Guarde. Coloque fora (não!). Mas não deixe ali em cima do fogão por uma semana esperando que ela desapareça. Eu juro que guardo sempre também.
Não coloque comidas que eu ainda esteja comendo fora. Como a mortadela com temperos que você olhou e julgou que fosse mofo. São temperos. Olhe direito que você vai se sentir um idiota.
Tente, por favor, não jogar comida fora. Sei que essa conversa possa parecer ridícula, mas há MUITAS pessoas no mundo passando fome. Muitas mesmo. Você não tem direito de jogar comida no lixo. Simplesmente isso.
Se você comprou frutas ou legumes, não deixe-as estragar. Os que eu compro, eu dou um jeito de comer antes de estragar. Faça o mesmo, por favor. Isso vale para bolachas e qualquer outra coisa comestível também.
Sim, eu também amo iogurtes. Mas, por gentileza, comeu, lavou o potinho e colocou no lixo. Não deixe acumular potes sujos de iogurte na pia da cozinha. Obrigada.
Se o lixo (orgânico ou reciclável) está cheio, leve até a rua. Não é obrigação só minha. Você também produz lixo.
Quando eu fizer comida pra você também, se estiver ruim, pode falar. "Falta sal", "tem sal demais", "tá meio estranho..." não matam ninguém. Eu invento muito na cozinha e nem sempre fica bom. Mas não me diz que tá bom e não come. Ou coloca meio prato no lixo (já falei que odeio que comida vá pro lixo!).
Quebrou um copo, compre outro. Quebrou um prato, compre outro. Assim, nunca vai faltar nada. Vai quebrando e quando vemos, não tem mais nada de utensílios em casa.
Eu não vou me incomodar nada se você também lavar os panos de prato! Sério, juro. Se você quiser passar um pano na cozinha ou trocar o tapete da pia, também não vou reclamar. Se sinta à vontade, afinal você também usa (leia-se SUJA).
Eu cozinhei, você lava a louça, mas eu deixo tudo arrumado: toda a louça suja na pia, temperos e coisas guardados nos seus devidos lugares. Então: você cozinhou, eu lavo a louça. MAS DEIXE TUDO ARRUMADO: guarde o que usou! Limpe a bancada, a mesa ou onde fez sujeira.
Não tenho problema em deixar louça suja na pia. Quer deixar o prato, copo, ou sei lá o que você usou e não quer lavar agora, sem problema nenhum. Desde que deixe no seu cantinho da pia. Eu deixo as minhas louças sujas no meu cantinho. Quando quero, lavo (ou quando vejo que não há mais nada limpo). Mas depois, lave. Quando ver que há várias coisas lá ou que já não há mais nada limpo. Obrigada.
Teriam outras coisas ainda, mas acho que essas são as mais importantes. E por favor, me diga suas especificações na cozinha. Prometo aceitá-las na mesma proporção que você aceitar as minhas. :)
sábado, 11 de janeiro de 2014
lembranças
Me deu saudade. No caso, ela só deu uma cutucadinha, porque está sempre comigo. Sempre. Então, decidi listar algumas coisas que me deu mais saudade depois que vim pra cá. A ordem não importa. Tenho aquela lembrança nostálgica dessas coisas, umas tenho muita saudade, outras quase não tenho, mas viveria tudo de novo. Lá vai:
Comer um xis.
Dar uma volta no shopping Bento.
Jantinha na casa do Lucão, na casa da Pati, ou na casa de qualquer integrante da invernada, ou no galpãozinho.
Arrumar os cabelos pra um rodeio.
Arrumar os cabelos pra um rodeio na casa de uma das prendas e ser recebida com bolo e guloseimas.
Acordar as 5h da manhã de domingo pra ir pro rodeio.
Catar almoço em um rodeio, e comer o que achar mais apresentável e mais barato.
Dançar em um rodeio.
Encontrar pessoas que tu não sabe o nome, mas tu sempre vê nos rodeios, e cumprimentar a maioria delas.
Encontrar aquele cara famoso no meio tradicionalista e ser cumprimentada por ele (porque ele sabe quem tu é).
Comer polenta feita pela mãe.
Comer polenta recheada feita pela mãe.
Encontrar as amigas de infância.
Chegar em casa com toda a família em cima da hora do almoço e fazer massa caldeada ou arroz e bife.
Chegar em casa com toda a família em cima da hora do almoço e fazer massa caldeada ou arroz e bife.
Chegar em casa com toda a família, super cansados, no fim do dia, e ajudar a mãe a arrumar a mesa pro café.
Acordar com a família conversando (gritando) na cozinha.
Acordar com a visita dos tios as 8h da manhã (ou antes).
Arrumar malas pra ir pra retiro ou rodeio ou inter-regional ou Enart.
Arrumar malas pra ir pra praia.
Arrumar roupa pra dormir na casa da amiga.
Comer o arroz e feijão da mãe.
Comer qualquer comida da mãe (carne de panela, lasanha de molho branco, panquecas, sopa de feijão, entre outras...).
Estar se arrumando pra sair quando chega algum parente pra visitar. Daí ficar explicando onde vai...
Almoços na casa da vó.
Chegar na parada antes das 6h27, pra não deixar a Luma esperando por muito tempo.
Arrumar lanche pra levar pro trabalho.
Sentar no chão da sala, no trabalho, e ter 9576 crianças sentadas no colo. E ai de mim se não conseguisse segurar todas elas e dar atenção pra todas.
Ganhar mil beijos e abraços todos os dias dos pequenos.
Ajudar eles a aprenderem a caminhar.
Ouvir as primeiras palavrinhas dos pequenos...
Morrer de surdez quando todos começavam a chorar ao mesmo tempo.
Contar histórias pros pequenos.
Levar os pequenos pro pátio e ficar autoanalisando cada ação, pois quem vê de fora pode entender coisas erradas.
Ler um recado de agradecimento dos pais nas agendas. Era raro, mas era bem bacana.
Encontrar uma criança na rua, cumprimentar e ficar pensando de onde conhece.
Encontrar uma pessoa na rua, e ficar pensando se conhece do meio tradicionalista ou de alguma escola. Se é mãe, pai, vó, irmã ou qualquer coisa de um ex-aluno.
Estar andando de boas na rua e de repente ver uma criança correndo pra me abraçar.
Encontrar crianças grandes que foram meus alunos. E me sentir velha por isso.
Churrasco no domingo em casa. Churrasco no aniversário. Churrasco nas festinhas.
Ficar discutindo com o pai porque queria a carne magra e mais cozida possível. Sem estar seca...
Pedir qual era o espeto de porco e qual o de gado.
Ajudar na organização dos jantares/festas juninas/festas de aniversário. Depois ficar braba porque quem deveria trabalhar não trabalhou e tiveram os que trabalharam demais.
Colaborar na limpeza depois dos jantares e tudo mais...
Pedir pra mãe ligar pra marcar médico. Pra mãe ligar pra marcar exame. Pra mãe ligar e avisar que está doente e não pode ir pra aula. Pra mãe ligar e pedir algo emprestado. Pra mãe ligar.
Fazer um bolo porque vai vir uma visita que a gente gosta muito. Ou simplesmente porque dá vontade de fazer um bolo.
Receber elogios pelo bolo.
Marcar aquela janta com as amigas um mês antes. Chegar no dia e não ter a mínima vontade de ir, simplesmente por estar cansada. Ir e se arrepender por não ter vontade antes.
Se sentir uma miss quando tinha evento do CTG e, na hora de sair de casa, tinham parentes. Ficavam admirando vestido, cabelo, etc.
Ouvir dos outros e perguntar pros outros: "Mas eu te conheço... tu dança em CTG? Qual?"
Responder: "Sim! Paisanos da Tradição!"
Ouvir: "Onde fica o CTG de vocês?" ou "De onde é esse CTG?" ¬¬
Sair entregar folder e cartaz de rodeio/espetáculo artístico/rifa/jantar.
Sair pra catar brindes para as rifas e bingos. Explicar que o CTG não tinha sede, e estava arrecadando dinheiro pra isso...
Comer um cachorro-quente da barraquinha da frente do INSS.
Chegar da faculdade depois das 22h30 e encontrar pastel, bolo ou sopa em cima do fogão.
Surgir um baile ou evento pra ir de última hora e torcer pra encontrar um vestido limpo.
Ir em qualquer coisa relacionada a CTG com roupa normal e ser olhada como uma herege.
Se sentir importante como avaliadora. Mas sempre tendo consciência de que sabia menos que qualquer um dos concorrentes.
Ir pro centro por qualquer motivo num dia qualquer e encontrar 83725 pessoas conhecidas.
Ficar esperando alguém na frente do shopping.
Ir na lotérica e não encontrar fila (isso era a glória!).
Sair pra tomar um sorvete no domingo à tarde, simplesmente para não ficar em casa.
Esperar pela programação da semana farroupilha e se indignar por não ter os shows que eu queria.
Enfim, são milhares as coisas que me faziam ser feliz lá. E a felicidade é encontrada, normalmente, nas pequenas coisas. Muitas dessas coisas só algumas pessoas entenderão; outras, só eu vou entender. Mas ninguém no mundo faria uma lista com as mesmas coisas que eu, pois o que cada um de nós vive é único em cada um de nós. Cada um tem experiências únicas. E cada um é único. Não há ninguém no mundo como eu, nem como você.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Umas coisas
Só queria dizer umas coisas antes de dormir:
Eu não pedi.
Tchau, mundo! (não, não vou cometer suicídio)
Tô cansada de tudo!
Tô com dor no pescoço.
De que adianta qualquer coisa se não há felicidade?
Beijos! :*
Eu não pedi.
Tchau, mundo! (não, não vou cometer suicídio)
Tô cansada de tudo!
Tô com dor no pescoço.
De que adianta qualquer coisa se não há felicidade?
Beijos! :*
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Atenção!
Agora sim, algumas coisas bem verdadeiras que realmente representam a minha opinião e eu (acho que) sempre vou concordar com isso:
No facebook:
*Frases cheias de hashtags. #Partiu #pra #aula #de #seiláoque. Aproveita e vai pra pqp!
*Eu não quero saber aonde você está indo. Se quer contar, tudo bem, conte. Mas não precisa avisar que está saindo, avisar que está indo, avisar que chegou, postar uma foto, outra foto e outra foto. Escolhe UMA das opções, é mais do que suficiente.
*Se a festa realmente estivesse boa, você não estaria postando fotos no facebook enquanto estivesse lá. Isso vale para festa/aula/reunião/qualquer coisa do tipo.
*Não é necessário trocar sua foto do perfil todos os dias.
*Não é necessário postar uma foto mais do que uma vez. Tudo bem, erros acontecem às vezes, mas muitos casos são propositais. E irritantes.
*Colocar uma frase filosófica com uma foto que você tirou na frente do espelho não é legal, sério.
*Postar uma foto sua todos os dias demonstra que você está (MUITO) carente.
*Pedir para os amigos curtirem uma foto sua? Sério, tenho pena de ti.
*Eu sei que dá vontade de postar indiretas. Pra mim também. Mas sabe de um segredo??? Postando ou não, a vida não vai mudar. Se mudar, não vai ser pra melhor. Então, não poste. ;)
Agora eu queria dizer que eu amo música. Já disse isso, mas sempre é bom reforçar. Se você (leitor deste humilde blog sem nexo nenhum) não conhece música gaúcha, eu realmente recomendo que busque Luiz Marenco, Fábio Soares, Pirisca Grecco, Tatiéli Bueno e Jairo Lambari Fernandes. Música com melodia boa, letra MUITO boa e vozes maravilhosas.
Sim, eu gosto de outros gêneros de música também. Inclusive, de tudo quase. Adoro o Pijama Show! Pensa num programa tri!
Acho que hoje eras isso. (:
No facebook:
*Frases cheias de hashtags. #Partiu #pra #aula #de #seiláoque. Aproveita e vai pra pqp!
*Eu não quero saber aonde você está indo. Se quer contar, tudo bem, conte. Mas não precisa avisar que está saindo, avisar que está indo, avisar que chegou, postar uma foto, outra foto e outra foto. Escolhe UMA das opções, é mais do que suficiente.
*Se a festa realmente estivesse boa, você não estaria postando fotos no facebook enquanto estivesse lá. Isso vale para festa/aula/reunião/qualquer coisa do tipo.
*Não é necessário trocar sua foto do perfil todos os dias.
*Não é necessário postar uma foto mais do que uma vez. Tudo bem, erros acontecem às vezes, mas muitos casos são propositais. E irritantes.
*Colocar uma frase filosófica com uma foto que você tirou na frente do espelho não é legal, sério.
*Postar uma foto sua todos os dias demonstra que você está (MUITO) carente.
*Pedir para os amigos curtirem uma foto sua? Sério, tenho pena de ti.
*Eu sei que dá vontade de postar indiretas. Pra mim também. Mas sabe de um segredo??? Postando ou não, a vida não vai mudar. Se mudar, não vai ser pra melhor. Então, não poste. ;)
Agora eu queria dizer que eu amo música. Já disse isso, mas sempre é bom reforçar. Se você (leitor deste humilde blog sem nexo nenhum) não conhece música gaúcha, eu realmente recomendo que busque Luiz Marenco, Fábio Soares, Pirisca Grecco, Tatiéli Bueno e Jairo Lambari Fernandes. Música com melodia boa, letra MUITO boa e vozes maravilhosas.
Sim, eu gosto de outros gêneros de música também. Inclusive, de tudo quase. Adoro o Pijama Show! Pensa num programa tri!
Acho que hoje eras isso. (:
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