Eu não quero reclamar. Quero apenas falar, sem obrigar ninguém a ouvir.
Assisti já três ou quatro episódios de Monk hoje. E ele ta sendo meu ponto de fuga. Eu não quis ir na minha vó com a minha mãe e fiquei com a consciência pesando por isso. Minha consciência diz que eu deveria ter ido. Que a companhia da minha avó era melhor do que eu ficar entulhada no quarto vendo série. Mas eu resolvi ficar, e fiquei.
Já é noite. Meus pais estão brigados. Eu não sei o que houve (pelo visto, minha mãe também não, ou ela sabe mas não quer acreditar). Meu pai acabou de ir para o ensaio dele. Eu to carente, querendo conversar com alguém, mas nem sei sobre o que. Acho que, na verdade, eu só queria um pouco de atenção. Mas ok.
Eu sinto falta de Aveiro. Quando eu estava lá, às vezes, tudo o que eu queria era estar perto dos meus pais. Eu achava e sentia que, estando perto deles, todas as coisas se resolveriam e ficaria tudo bem. Mas não foi bem assim... eu continuo me sentindo sozinha, mesmo com eles por perto. E não sei por quê.
Eu queria voltar a dançar. Sinto muita falta da dança, meu corpo sente falta, dançar me faz bem. Mas eu não me sinto parte do grupo. Não me sinto importante lá dentro. Meu orgulho não me deixa voltar, assim, do nada. Voltar sabendo que falei que nunca voltaria a dançar lá, sabendo o que as pessoas de lá falaram de mim, com tanta coisa contra.
Eu gosto de falar sobre o que vivi lá longe. Eu falava muito pouco quando estava lá, conversava com meus pais umas duas horas por semana, com meus amigos e irmã e cunhado ainda menos, e quero falar sobre como era na Espanha, na Itália, na Alemanha. Só que ninguém parece muito disposto a ouvir. Nem meus pais. Eu sinto necessidade de falar. Mas quando falo, as pessoas não se mostram a fim de saber.
Não é que eu queira exaltar que lá estive, mas é que eu simplesmente vivi aquilo. Não quero mostrar que estive na Europa, simplesmente tive a tal experiência na Europa. Não quero inveja de ninguém. Queria apenas compreensão.
Eu sinto falta do G. Já faz mais de um mês que nos despedimos, então to bem menos apegada e tal (até porque já sofri um bocado). Mas ainda sinto falta. Ainda tenho saudade e ainda queria que ele correspondesse o que sinto.
Acho que era isso.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Obrigada, gracias, grazie, thank you, danke, ...
Agradecer, agradecer e agradecer. Foi o que eu mais fiz nos últimos dois meses. Mentalmente, claro. Verbalmente deve ter sido lamentar e reclamar. Mas, mentalmente, foi agradecer. Agradeci a Deus ou o Cosmos ou sei lá o que é por ter chegado onde cheguei, e não fiz promessas nem pedi o que queria. Simplesmente agradeci.
Agora, de uma maneira entendível: durante os meses de junho e julho, fiz muuitos exames e provas em Portugal. Era final de semestre, final de intercâmbio, e cada passo era decisivo para a minha dupla diplomação (ou não). É claro que eu queria o diploma português, queria fechar todos os ECTS's que eram o objetivo do 'intercâmbio' desde o início. É por isso que se chama 'Licenciaturas Internacionais', que dizem 'Graduação Sanduíche' e não, simplesmente, intercâmbio. Mas eu estava cansada. Cansada de estudar e estudar. Cansada da pressão que, na maioria das vezes, quem colocava sobre mim era eu mesma. Cansada de ver outras pessoas curtindo as férias enquanto eu estava ainda estudando. Mais de cem vezes, pensei em desistir. Já não sabia se todo o esforço para passar nas disciplinas, que, pra mim, eram um bicho de quarenta cabeças, valia a pena. Eu só queria abraçar meus pais. E minha cama. Então, seguindo a legislação da universidade, solicitamos que eu terminasse as coisas por aqui, fazendo a última prova necessária para aprovar na última disciplina necessária para a dupla diplomação, em setembro.
No fim de julho e início de agosto, viajei. Não saí apenas da minha cidade, mas saí de mim. Foram dias incríveis. Viajar sozinha também foi bastante interessante.
Tenho o costume de, quando entro numa igreja que nunca havia entrado, fazer um pedido. Em todas as igrejas que visitei no primeiro ano, o pedido foi sempre o mesmo: atingir os créditos necessários para ficar o segundo ano em Pt. Após isso, o pedido mudou um pouquinho: atingir os créditos necessários para a dupla diplomação. Nessas últimas viagens, não houveram pedidos. Apenas agradeci, de coração, por ter chego até ali. Por ter a chance de conseguir. Talvez fosse a hora que eu mais precisasse pedir ajuda para atingir meu objetivo, afinal foi quando lutei mais intensamente por ele. Mas eu apenas agradeci. Tudo já havia sido suficiente.
Agradeço ainda: às pessoas que me auxiliaram com os conteúdos: sem vocês, eu não teria conseguido. Às pessoas que ajudaram com mensagens positivas: sem vocês, eu não teria conseguido. Obrigada, do fundo do meu coração. Gostaria de um dia poder fazer algo que seja importante para vocês como vocês foram para mim. Muito obrigada.
Também agradecer aos que não acreditavam, duvidavam, achavam que eu apenas festava em Pt, que eu não atingiria o objetivo: eu teria conseguido sem vocês, mas agradeço da mesma forma. Colaboraram, mesmo sem querer, me dando força para chegar onde EU queria. Obrigada.
Enfim, mesmo dois anos depois de ter saído daqui (e ter começado esse blog), eu ainda não acredito no que vivi. Parece que tudo foi um sonho. Sempre fico sem saber o que dizer quando as pessoas me perguntam "Como foi viver lá?". Respondo, apenas, que foi incrível, justamente por ainda nem acreditar em tudo isso. Porém, mesmo tendo finalizado esta fase, inicia-se (assim que a greve findar) a outra fatia do sanduíche. Mais três semestres me esperam, para que eu possa ter nas mãos a tão desejada dupla diplomação. Uma fase se foi, mas ainda há bastante trabalho pela frente.
E, depois disso, ainda não se sabe o que acontecerá... até lá, tenho tempo para decidir.
Agora, de uma maneira entendível: durante os meses de junho e julho, fiz muuitos exames e provas em Portugal. Era final de semestre, final de intercâmbio, e cada passo era decisivo para a minha dupla diplomação (ou não). É claro que eu queria o diploma português, queria fechar todos os ECTS's que eram o objetivo do 'intercâmbio' desde o início. É por isso que se chama 'Licenciaturas Internacionais', que dizem 'Graduação Sanduíche' e não, simplesmente, intercâmbio. Mas eu estava cansada. Cansada de estudar e estudar. Cansada da pressão que, na maioria das vezes, quem colocava sobre mim era eu mesma. Cansada de ver outras pessoas curtindo as férias enquanto eu estava ainda estudando. Mais de cem vezes, pensei em desistir. Já não sabia se todo o esforço para passar nas disciplinas, que, pra mim, eram um bicho de quarenta cabeças, valia a pena. Eu só queria abraçar meus pais. E minha cama. Então, seguindo a legislação da universidade, solicitamos que eu terminasse as coisas por aqui, fazendo a última prova necessária para aprovar na última disciplina necessária para a dupla diplomação, em setembro.
No fim de julho e início de agosto, viajei. Não saí apenas da minha cidade, mas saí de mim. Foram dias incríveis. Viajar sozinha também foi bastante interessante.
Tenho o costume de, quando entro numa igreja que nunca havia entrado, fazer um pedido. Em todas as igrejas que visitei no primeiro ano, o pedido foi sempre o mesmo: atingir os créditos necessários para ficar o segundo ano em Pt. Após isso, o pedido mudou um pouquinho: atingir os créditos necessários para a dupla diplomação. Nessas últimas viagens, não houveram pedidos. Apenas agradeci, de coração, por ter chego até ali. Por ter a chance de conseguir. Talvez fosse a hora que eu mais precisasse pedir ajuda para atingir meu objetivo, afinal foi quando lutei mais intensamente por ele. Mas eu apenas agradeci. Tudo já havia sido suficiente.
Agradeço ainda: às pessoas que me auxiliaram com os conteúdos: sem vocês, eu não teria conseguido. Às pessoas que ajudaram com mensagens positivas: sem vocês, eu não teria conseguido. Obrigada, do fundo do meu coração. Gostaria de um dia poder fazer algo que seja importante para vocês como vocês foram para mim. Muito obrigada.
Também agradecer aos que não acreditavam, duvidavam, achavam que eu apenas festava em Pt, que eu não atingiria o objetivo: eu teria conseguido sem vocês, mas agradeço da mesma forma. Colaboraram, mesmo sem querer, me dando força para chegar onde EU queria. Obrigada.
Enfim, mesmo dois anos depois de ter saído daqui (e ter começado esse blog), eu ainda não acredito no que vivi. Parece que tudo foi um sonho. Sempre fico sem saber o que dizer quando as pessoas me perguntam "Como foi viver lá?". Respondo, apenas, que foi incrível, justamente por ainda nem acreditar em tudo isso. Porém, mesmo tendo finalizado esta fase, inicia-se (assim que a greve findar) a outra fatia do sanduíche. Mais três semestres me esperam, para que eu possa ter nas mãos a tão desejada dupla diplomação. Uma fase se foi, mas ainda há bastante trabalho pela frente.
E, depois disso, ainda não se sabe o que acontecerá... até lá, tenho tempo para decidir.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
não sei
É uma vontade enorme de ir embora. Uma vontade de recomeçar em algum lugar novo. Uma desvontade de continuar algo que já passou da metade. Vontade do novo. Novo. De novo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
nada a ver com coisa nenhuma
Pensando logicamente, concluo que meu drama nesse momento é o Gui. Claro que sinto falta da cidade e todas as coisas, mas eu apaixonei e agora tenho saudade dele. E como vivi com ele em Aveiro, essa saudade me remete a aquele lugar. Isso não é legal. Tenho que levar tudo em banho-maria, porque não sei exatamente o que ele ta sentindo por mim... e não adianta eu criar esperanças: daqui a pouco ele se envolve com alguém e eu fico aqui machucada, e por minha culpa.
Tenho que dar um jeito de desviar meus pensamentos dele. Ocupar a cabeça com coisas mais relevantes nesse momento (tipo o exame de Complexa).
Exame de complexa que será daqui a exatos quatro dias (tipo fudeu). Estudei quase nada ainda. Quase nada mesmo. Vou comer os livros.
Tchau Gui. Oi Análise Complexa, tudo bem? Vamos juntas?
Tenho que dar um jeito de desviar meus pensamentos dele. Ocupar a cabeça com coisas mais relevantes nesse momento (tipo o exame de Complexa).
Exame de complexa que será daqui a exatos quatro dias (tipo fudeu). Estudei quase nada ainda. Quase nada mesmo. Vou comer os livros.
Tchau Gui. Oi Análise Complexa, tudo bem? Vamos juntas?
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Coisas de Pt
Algum dia (não lembro exatamente quando, mas é só procurar) eu fiz uma lista de coisas do lugar onde nasci e vivi que me davam saudades enquanto estava longe.
Tenho certeza que escrevi aquilo não apenas 16 dias depois de chegar em Pt, mas eu já sinto muita saudade de Aveiro e quero fazer essa lista. Ao contrário da outra lista, que eu sabia que a saudade tinha prazo máximo, eu não sei quando (nem se) vou matar essas saudades de Aveiro.
Mas a lista de coisas que eu sinto falta são:
Meus amigos.
As pessoas desconhecidas que eu dava bom dia na rua.
O tio do Mercado Negro e todas as pessoas que trabalhavam em algum lugar e depois sempre cumprimentavam quando nos encontrávamos na rua ou em qqr lugar aleatório.
O Mercado Negro, e todos os pubs e bares que a gente ia pra bater papo e beber qualquer coisa: Kittens, Irish Pub, Adega, Guest (sangria ♥), Cais Madeirense (poncha ♥), BarBaRija, Monlou, Da Vinci, Casa de chá, ...
O Bodegas e os outros lugares que íamos para beber e dançar: Santos, Maravilhas, Ômega, ...
Simplesmente poder ter vontade de sair às 10 da noite e ir.
As comidas: bacalhau com natas, bifinhos com molho de cogumelos, lombo assado com ananás, bacalhau à brás, perna recheada, arroz de chouriço, arroz de pato, ♥KEBAB♥, hambúrguer do Ramona, cachorro-quente com molho de francesinha e batata do Convívio, mil outras coisas.
Aquela universidade enorme.
Poder fazer qualquer coisa e saber que ninguém saberia no dia seguinte, só se eu contasse.
Andar e andar e não ter morros.
Não sentir medo de ser assaltada na rua. Andar tranquila sozinha a qualquer hora do dia ou da noite.
Tirar dinheiro do caixa eletrônico na rua, sem preocupação nenhuma.
Sempre ter dinheiro.
Poder planejar viagens tendo como critério o calendário de férias, e a grana em segundo lugar.
Ter alguém sempre junto. Poder escolher a companhia pra ir ao mercado ou ao cinema. (eu sei que isso soa egoísta, mas às vezes meu humor aguentava apenas o Rafa.)
Ver as pessoas na mesma vibe que eu. Todo mundo no mesmo barco, compartilhando das mesmas saudades e da mesma felicidade.
Acho que é isso. E acho que essa lista é bem menor que aquela. Finalizando o post quero até catar aquela lista e reler; talvez me dê um fôlego a mais pra me readaptar aqui...
Tenho certeza que escrevi aquilo não apenas 16 dias depois de chegar em Pt, mas eu já sinto muita saudade de Aveiro e quero fazer essa lista. Ao contrário da outra lista, que eu sabia que a saudade tinha prazo máximo, eu não sei quando (nem se) vou matar essas saudades de Aveiro.
Mas a lista de coisas que eu sinto falta são:
Meus amigos.
As pessoas desconhecidas que eu dava bom dia na rua.
O tio do Mercado Negro e todas as pessoas que trabalhavam em algum lugar e depois sempre cumprimentavam quando nos encontrávamos na rua ou em qqr lugar aleatório.
O Mercado Negro, e todos os pubs e bares que a gente ia pra bater papo e beber qualquer coisa: Kittens, Irish Pub, Adega, Guest (sangria ♥), Cais Madeirense (poncha ♥), BarBaRija, Monlou, Da Vinci, Casa de chá, ...
O Bodegas e os outros lugares que íamos para beber e dançar: Santos, Maravilhas, Ômega, ...
Simplesmente poder ter vontade de sair às 10 da noite e ir.
As comidas: bacalhau com natas, bifinhos com molho de cogumelos, lombo assado com ananás, bacalhau à brás, perna recheada, arroz de chouriço, arroz de pato, ♥KEBAB♥, hambúrguer do Ramona, cachorro-quente com molho de francesinha e batata do Convívio, mil outras coisas.
Aquela universidade enorme.
Poder fazer qualquer coisa e saber que ninguém saberia no dia seguinte, só se eu contasse.
Andar e andar e não ter morros.
Não sentir medo de ser assaltada na rua. Andar tranquila sozinha a qualquer hora do dia ou da noite.
Tirar dinheiro do caixa eletrônico na rua, sem preocupação nenhuma.
Sempre ter dinheiro.
Poder planejar viagens tendo como critério o calendário de férias, e a grana em segundo lugar.
Ter alguém sempre junto. Poder escolher a companhia pra ir ao mercado ou ao cinema. (eu sei que isso soa egoísta, mas às vezes meu humor aguentava apenas o Rafa.)
Ver as pessoas na mesma vibe que eu. Todo mundo no mesmo barco, compartilhando das mesmas saudades e da mesma felicidade.
Acho que é isso. E acho que essa lista é bem menor que aquela. Finalizando o post quero até catar aquela lista e reler; talvez me dê um fôlego a mais pra me readaptar aqui...
domingo, 23 de agosto de 2015
pessoas
Sabe quando parece que não tem mais ninguém? Que todas as pessoas que poderiam estar com você estão ocupadas com coisas mais importantes? Que ninguém tem tempo disponível para você? Esse é o sentimento.
Sim, eu senti isso várias vezes em Portugal, mas no dia seguinte já estava com alguém. Aqui não tenho com quem sair. Não tenho alguém que eu possa chamar pra sair e ter certeza que a pessoa vá. Nem tenho quem chamar.
Por isso essa readaptação está sendo tão complicada: não tenho amigos aqui como eu tinha lá. Nem perto disso. Sim, tenho meus pais, meus irmãos e aqueles velhos amigos, mas cada um tem a sua vida e estava vivendo perfeitamente sem mim este tempo todo. Não posso chegar agora e exigir que tenham tempo disponível para mim. Me sinto sozinha, mesmo com pessoas ao meu redor. Isso não é legal.
Os meus amigos são incríveis. Nenhum deles deixa de cumprir seu papel de amigo. Todos são indispensáveis e importantes. Porém, como é de se esperar, cada um tem sua vida. E eu não estou na lista de prioridades de ninguém (que também é normal).
Precisaria de alguém que fosse um Rafa ou um Guilherme, aqui. Eu sei, estou exigindo demais. Mas é tudo o que eu gostaria...
Sim, eu senti isso várias vezes em Portugal, mas no dia seguinte já estava com alguém. Aqui não tenho com quem sair. Não tenho alguém que eu possa chamar pra sair e ter certeza que a pessoa vá. Nem tenho quem chamar.
Por isso essa readaptação está sendo tão complicada: não tenho amigos aqui como eu tinha lá. Nem perto disso. Sim, tenho meus pais, meus irmãos e aqueles velhos amigos, mas cada um tem a sua vida e estava vivendo perfeitamente sem mim este tempo todo. Não posso chegar agora e exigir que tenham tempo disponível para mim. Me sinto sozinha, mesmo com pessoas ao meu redor. Isso não é legal.
Os meus amigos são incríveis. Nenhum deles deixa de cumprir seu papel de amigo. Todos são indispensáveis e importantes. Porém, como é de se esperar, cada um tem sua vida. E eu não estou na lista de prioridades de ninguém (que também é normal).
Precisaria de alguém que fosse um Rafa ou um Guilherme, aqui. Eu sei, estou exigindo demais. Mas é tudo o que eu gostaria...
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
é a vida.
Preciso escrever, porque dói e ninguém merece me escutar. Já digo que sei que vai passar, mas por enquanto ta doendo mesmo, não há como negar.
Eu desaprendi a ficar sozinha. Eu me sinto triste por estar sozinha. Há alguns meses, isso seria perfeitamente normal, mas eu me acostumei bem demais à companhia constante dele. E quem não se acostuma fácil com coisa boa? Com beijos e carinhos frequentes, com alguém tranquilo que anula minha loucurice?
Me sinto uma boba por me sentir assim, mas é assim que ta sendo. Ta doendo. E saudade dói no coração e sai pelos olhos.
Vou ficar bem, aproveitar Madrid e curtir minha viagem solita. Só quero que tudo fique bem e dê certo. :')
Eu desaprendi a ficar sozinha. Eu me sinto triste por estar sozinha. Há alguns meses, isso seria perfeitamente normal, mas eu me acostumei bem demais à companhia constante dele. E quem não se acostuma fácil com coisa boa? Com beijos e carinhos frequentes, com alguém tranquilo que anula minha loucurice?
Me sinto uma boba por me sentir assim, mas é assim que ta sendo. Ta doendo. E saudade dói no coração e sai pelos olhos.
Vou ficar bem, aproveitar Madrid e curtir minha viagem solita. Só quero que tudo fique bem e dê certo. :')
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