segunda-feira, 30 de outubro de 2017

troca de função e salário melhor / medo e alegria

opaaaaaa.


nem demorei tanto assim dessa vez pra passar aqui.

Mais notícias boas.
Amanhã é meu último dia na creche.
Depois de amanhã (quarta) começo como profe na escola P.I. . (uhuuuu)
Quinta vou pra formação da revista. (uhuuuu2)

Fui chamada no contrato semana passada. Fui na smed na quarta. Amanhã faço o demissional e o admissional e começo na quarta como profe. Terei um 3º ano. Turma complicada, 25 alunos, tem monitora na sala. Vai ser bem desafiador (leia-se punk), mas tudo bem. Salário é bom, só 20 horas.

To bem ansiosa pra formação. Nem sei direito o que colocar na mala. Me dá uns frios na barriga só de pensar. Umas dores de barriga.
Mas vai ser legal. 
Num resort.
Depois eu passo aqui pra contar. (farei o possível)

To feliz e com medo.
Vamos lá.


PS: Sábado, eu e mozão fomos numa pizzaria em garibacity, comemorar nosso um ano juntos. Foi bem delícia (em vários sentidos).

terça-feira, 3 de outubro de 2017

atualizations/2

oi.

Então. Pedi demissão daquele inferno. Demorou, hein?! Desde o primeiro mês de trabalho me sentindo esgotada e morta, e aturei até o sexto mês.
A real é que eu não queria ficar desempregada. Esperei até ter algo certo em mãos. não queria deixar as contas por pagar. teve o tratamento de canal e reconstrução do dente e limpeza também... tudo bem. Vou começar quinta na mesma creche que eu trabalhava antes do intercâmbio, por um contrato emergencial da prefeitura.
Eu procurei empregos, mas tava complicado.
Passei no contrato emergencial pra professor de séries iniciais também, mas ainda não chamaram todos. Acho que vão chamar até o final do mês.
Eu queria escrever aqui na semana retrasada e passada. Tem umas coisas boas acontecendo, e eu queria registrar.

Eve continua sendo quem me salva do mundo. Às vezes nos desentendemos, sou estúpida, ele é grosso, mas a gente se resolve. Isso é o que eu mais gosto: o jeito que a gente se resolve. Tudo é dito na hora. Magoou, desmagoa e pronto. Ele nem guarda rancor. Eu ainda não cheguei nesse patamar de magnificência (gostaria de chegar um dia). Mas tudo bem. Nos damos tão bem. Final desse mês vai fazer um ano que estamos juntos. Namorando, mês que vem.

Além desses contratos da prefeitura, passei numa seleção para profes que vão fazer planos de aula pra uma revista. Foram 13 mil inscritos (segundo o site), 150 pessoas selecionadas no país, apenas 4 no meu estado. E eu to aí. Sabe, nem acredito. Na verdade, um dos pré-requisitos era ser professor de escola pública ou particular e ter experiência no ensino de matemática. Eu não sou profe nem tem experiência. Fiquei feliz por ter sido selecionada mas não botei fé porque provavelmente eles pediriam comprovações desses pré-requisitos e eu não teria como comprovar (porque não tenho!). Mas, pelo que estou vendo, não pede nada. Nada. Nada. O que vão pedir será só o contrato assinado, segundo um email que recebi hoje. Porém, nesse contrato deve constar que cumpro os pré-requisitos e daí se eu assinar vou estar mentindo. E mesmo que não conste, se eu continuar de boa, vai ter a formação presencial e eu vou dizer que não trabalho como profe, e daí? Faço o que? Se o evento é pra professores? Sabe, to me sentindo mal agora já. Já passou até um arrependimento por ter me inscrito no processo.

Sei que eu posso estar me sabotando, apenas (isso não é raro). To tentando pensar onde buscar ajuda mas não sei. Me sinto super mentirosa.

Algo em mim diz que não tem nada de errado se eles gostaram do meu plano - mesmo que eu não tenha experiência - e não gostaram do plano dos outros - que provavelmente tem experiência. Que eu passei por mérito meu.
Mas tem outro algo em mim que me diz que eu estou sendo mentirosa e que eu não tenho experiência e deveria acabar logo com isso pra eles colocarem alguém habilitado no meu lugar.

E isso tá me corroendo.

Falei com mozão. Ele disse que não tem nada de errado se eles gostaram do meu plano - mesmo que eu não tenha experiência - e não gostaram do plano dos outros - que provavelmente tem experiência. Que eu passei por mérito meu.
Que eu possivelmente esteja me sabotando.
E que ele acha que eu deveria continuar de boas.
Mas que se isso vai fazer eu me sentir melhor, é pra eu mandar email pra revista, mas preciso estar preparada para respostas positivas e negativas.
Enfim.
Ele me ajuda muito. Estou mais tranquila. Vou conversar com a moça da prefeitura amanhã e perguntar sobre a contratação dos profes, pq se eu estiver atuando como profe até o dia da formação, não vou me sentir mal.
E vou esperar o contrato que a moça falou que vão enviar por email.

Tudo bem.

Hoje fui no meu antigo emprego de estagiária, onde tem meu chefe super legal e que dá comidas muitas. Me sinto super bem com eles. Foi ótimo.

Amanhã vou pagar as últimas horas do emprego que to saindo e fazer o acerto.
Me sinto muito aliviada de não trabalhar mais lá. Saber que é a ÚLTIMA vez que acordo pra ir lá.
Vou sentir falta de algumas crianças. Alguns choraram quando avisei que amanhã começaria outro educador, porque eu estava saindo. Acho que fiz algo de bom para alguns, sabe, meu sofrimento nesses meses não foi em vão.

Digitei um livro pro Marcos. Na real, Eve me ajudou. 800 temers. Vão ser úteis pra viagem de fim de ano. *-*

Bom, acho que já falei bastante hoje.
Vou tentar passar aqui mais frequentemente.
(sempre falo/penso isso mas não mudo.)

beijos <3

sábado, 8 de julho de 2017

Atualization

Passando apenas para atualizações.
Porém, nada de novo.

Mozão me salvando desse mundo doido.
Ha ha ha, quem diria que seria tão bonito assim olhar alguém? E não sentir medo, não sentir frio, não sentir vontade que não seja de infinito.

To em fase de pensar se desisto da especialização ou não. Sabe, vontade nenhuma de fazer o projeto pro artigo/TCC.
O trabalho, após uma fase do tipo "esperando a gota d'água pra pedir demissão", passei a ligar o foda-se. Sou eu trabalhando? Não. O que to desenvolvendo está no nível Thaís de aprovação? Não. Mas é o que to conseguindo. Então ok.
Não to sendo eu, mas assim to vivendo. Mandei currículos, to me inscrevendo pra vagas, falando pra pessoas, mas nada aparece. Queria algo de assistente administrativo. Sem ter que fazer planejamento, nada em casa.

Meu medo de desistir da especialização é me sentir ainda mais inútil do que me sinto atualmente. Preciso me ocupar com outras coisas, mas não to conseguindo pensar em nada gratuito que eu realmente me interesse e tenha tempo. Sei lá.

Enfim, to nessas. Espero que tudo esteja melhor nas próximas edições/postagens.

OBS: fui num show da Vanguart em 10/06 e foi a coisa mais maravilhosa da vida. <3 <3 <3

quinta-feira, 20 de abril de 2017

cansada de estar cansada

Olar.

Parece que cada vez que venho aqui postar o layout ta diferente.
Mas ok.

Então, to cansada.

O emprego apareceu, e me consome. Não consigo fazer mais nada além disso. Chego em casa e não tenho vontade pra nada. NADA. Vivo imprestável, morta. Nem começamos nada do projeto de lógica. Tenho viagem pro RJ daqui a uma semana, e ainda não fiz roteiro nem mala nem nada de nada. Só fiz as reservas do apto e hotel. Tem várias coisas da especialização pra eu fazer, texto pra ler, diário de bordo, e não consigo. Não flui. Não processo as informações. Tem várias coisas do trabalho, diário, relatório por beneficiário, relatório com fotos, e não dou conta.

To ficando doida.

Não faço nada que eu goste. Não aguento mais estudar. Não aguento mais ter que gritar para ser ouvida, xingar e responderem na tua cara, não ser respeitada.
Parece que nada mais faz sentido.
Não tem sentido essa especialização.
Não tem sentido esse emprego de educadora social.

Achei um livro na biblioteca do trabalho. Se chama "Cuidado, Escola!", editora Brasiliense. Tem vários autores, entre eles Paulo Freire. Parece ser de 1984, está em sua 15ª edição, e a primeira edição foi em 1980.
Ele fala tudo, tudo o que eu penso sobre a educação atual. Tava em cima da mesinha da biblio, parecia que estava lá para que eu o encontrasse. Capa vermelha com um desenho em amarelo, chamando a atenção.
Comecei a ler e fiquei presa. Chocada. Ele coloca em palavras e desenhos tudo o que eu penso e ainda me faz refletir sobre coisas que eu nunca me toquei mas que são super verdades.
E ele é de 1980.
Se foi publicado, por PAULO FREIRE, há 37 anos e até agora nada mudou, quem sou eu pra achar que eu conseguiria mudar alguma coisa no sistema educacional???
Sério. Impossível me motivar. Conversando com as meninas do trabalho, concordam com tudo isso. Mas eu não consigo me motivar a trabalhar dessa forma, sabendo que meu esforço tá resultando em nada com coisa nenhuma.

Enfim. Tá foda.

Vou tentar organizar o planejamento e tal pra semana que vem e até eu voltar da viagem. Não quero pensar no trabalho no feriado de sexta e nem no findi. Quero focar na viagem. <3

inté.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Várias coisas

Caramboles.

Três meses e meio sem passar aqui.
Namorando lindamente.
Dezembro foi a correria de fim de curso.
Janeiro eu fiz NADA. Sabe o que é nada? NADAAA. Completamente nada. Acabou o mês e eu tipo o que eu fiz nesse mês? Nada.
Fevereiro eu me enrolei e fiz eu acreditar que eu tinha procurado emprego. Mas fiquei esperando ele cair do céu e na real ele não caiu.
Março eu to tendo aula. Daqui dois dias é a minha formatura. Sem festa. Vamos pra pizzaria depois. Tem 32 pessoas confirmadas, 31 que eu acho que vão. Veremos quantas vão dar pra trás na hora.

Passei aqui na real pra deixar registrado um texto que to tendo que escrever pra disciplina de Pesquisa em Educação. Acabei me empolgando no texto de apresentação e, por isso, quis colocar aqui. Vou ter que arrumar ele pra postar pra profa pq tá grande demais.

Segue aí.

Narrativa de apresentação

Meu nome é lalala, tenho xx anos, recém (ou quase, já que a formatura é daqui alguns dias) graduada pelo lalala no curso de Licenciatura em Matemática. Pretendo, em alguns parágrafos, comentar sobre os acontecimentos e motivos que implicaram para que hoje eu seja aluna da Especialização em Ensino da Matemática para a Educação Básica.
Inicialmente, é importante perceber que não lembro exatamente quando decidi seguir a carreira docente. Na verdade, não acho que eu já tenha decidido; a possibilidade de seguir caminhos para outras áreas ainda existe. No final do ensino fundamental, escolhi estudar em turno integral no ensino médio, com o objetivo de ter uma profissão – no sentido de formação – o mais breve possível. Os caminhos possíveis eram o Curso Normal/Magistério ou algum curso técnico no lala. Como o ingresso no Curso Normal era mais fácil do que no lala, pois não havia processo seletivo, inscrições, aguardar para saber se conseguiu vaga ou não e não exigia pagamento de taxa de inscrição, acabei por escolher a matrícula no Curso Normal e, assim, seguir a carreira docente. No ensino fundamental, ajudava os colegas com alguns conteúdos nos quais eles apresentavam dificuldades. As boas notas e esses momentos de ajuda resultavam em comentários dos colegas afirmando que eu poderia ser professora, ou questionando se eu optaria por esta profissão. Acho que estas sugestões acabaram colaborando para que eu quisesse ser normalista.
Quando criança, pensei em ser médica, professora de biologia, bióloga, entre outras profissões. Durante o ensino médio (Curso Normal), participei da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e obtive duas menções honrosas, em 2010 e 2011. Como a disciplina de Matemática tratava apenas de assuntos das séries iniciais e nas provas da Olimpíada os conteúdos eram de ensino médio, meu bom desempenho me fez pensar que eu sabia bastante matemática (doce ilusão). Juntando esse pensamento com o fato de que havia o curso de Licenciatura em Matemática no lala, gratuito, relativamente próximo de casa, não foi difícil optar por este curso. Utilizei a nota do ENEM e entrei pelo SISU. 
Já no primeiro semestre, senti algumas dificuldades, pois faltavam alguns conteúdos básicos de matemática. Sabendo dessas lacunas, estudei e busquei ajuda dos professores e colegas para aprender e aprovar nas disciplinas. No terceiro semestre surgiu a oportunidade para a graduação-sanduíche, em Portugal. Candidatei-me a uma vaga e fui. Lá, conheci realmente o que eram dificuldades em matemática. Mesmo assim, com estudo e buscando ajuda com professores extra-classe, atingi meus objetivos e a tão sonhada dupla diplomação.
Voltando para o Brasil, sabia que precisaria de mais um ano e meio no lala para concluir a graduação. Esse “ano e meio” também era o tempo que eu tinha para decidir o que fazer depois da graduação. Mestrado? Onde? Em qual área? Outra graduação em outra área? Sair da cidade? Sair do estado? Sair do país? As perguntas a responder eram muitas. Não consegui responder todas e, por fim, optei por continuar no lala e fazer a Especialização, para depois seguir para um mestrado no qual, provavelmente, eu precise sair da cidade e possivelmente do estado. Os programas de mestrado que tenho em vista também são relacionados à Educação Matemática.
Na Especialização, pretendo estudar como a lógica influencia no processo de ensino-aprendizagem de Matemática, e, se existe alguma relação, qual a lógica e qual a matemática que colaboram entre si. Pretende-se desenvolver um projeto juntamente com um aluno da Licenciatura e um aluno do Ensino Médio Técnico. Mesmo com este projeto conjunto, o tema do projeto da Especialização pode mudar, dependendo do andamento do projeto e do curso.

Eras isso. Inté.

PS: Vou pro RJ em abril!!! lol