segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Umas coisas

Só queria dizer umas coisas antes de dormir:

Eu não pedi.

Tchau, mundo! (não, não vou cometer suicídio)

Tô cansada de tudo!

Tô com dor no pescoço.

De que adianta qualquer coisa se não há felicidade?




Beijos! :*

domingo, 8 de dezembro de 2013

seguindo...

Depois de falar com os pais as coisas melhoram. Não tô 100% ainda, mas já estou bem melhor do que eu estava ontem. Comecei um livro (agora estou lendo 4, sem pretensão nenhuma de terminar algum deles), uma história bonita, com certeza vai me fazer refletir sobre a vida. Tô com uma saudade imensa dos meus amigos, como em todo o final de semana.

Sabe por que morro tanto de saudade deles e eles quase não lembram de mim? Porque eles tem outros amigos lá. Um não faz muita diferença. Eu deixei TODOS os meus amigos lá. Nenhum deles veio comigo. Se ao menos eu tivesse amigos aqui, mesmo que dois ou três, como eu tinha lá, eu não sentiria tanta falta, pois estaria conseguindo cobrir esse buraco e essa saudade. Só que não tenho.

Eu não estou sendo injusta com os amigos daqui. Não, não estou. Não vou usá-los como substitutos dos outros, de maneira alguma. E a gente não tem a intimidade como eu tenho com os outros. De poder contar qualquer coisa. Me sinto uma idiota aqui, muitas vezes. E eu não me sentia assim lá.

Talvez o que me deixe mais mal assim é que vai demorar um bom tempo ainda para eu voltar pra lá e revê-los. E ainda por cima, essa semana tive um sonho bastante desagradável: sonhei que voltei pra lá, mas já não era parte do grupo. Era como se eu não existisse lá dentro. As pessoas me davam 'Oi', apenas, e nada mais. Não respondiam ao que eu perguntava, não falavam comigo. Me senti tão mal. Claro que quando eu voltar não será a mesma coisa de como era. Quando eu saí já era diferente do que antes da notícia de que eu iria passar um tempo longe. Mas as amizades verdadeiras continuarão iguais. Isso eu tenho certeza absoluta! São poucas, mas continuarão como antes.

E ainda, vou voltar pra lá e morrer de saudades daqui. Vou certamente sentir saudades da vida 'desregrada' que levo aqui, com festas às terças-feiras; mercado perto de casa, podendo comprar praticamente tudo o que eu quero; fazer o que EU acho melhor, me governar. Se eu quero beber, eu bebo, seja tequila, cerveja ou coca-cola. Ninguém vai comentar sobre o que eu estou bebendo. Quero comprar um vinho? Isso é a coisa mais normal do mundo. Quero ir pra festa, não preciso de carona. Boto uma roupa e arranjo uma companhia, tá feito. Acho que preciso de alguma roupa? Vou ao shopping e compro. Planejar viagens... Ah, esse final de semana vamos pra tal cidade? Vamos. Entre tantas outras coisas diferentes dali. Chego a hora que quero em casa, ninguém está na janela cuidando da vida dos outros. Saio a hora que quero. Vou onde quero! Não tenho mil vizinhos pra dizer 'oi' como se dissesse 'estou saindo, anota ali o horário'. Tinha dias que eu passava na rua e TODOS os vizinhos estavam fora de casa, alguns tomando um chimas, outros cuidando quando que os outros vizinhos iam chegar/sair de suas casas. Que gente desocupada! Vá rachar uma lenha. Aqui, quase nunca encontro ninguém no corredor/elevador do prédio, e só conheço quem mora no apto da frente, e de vista. Não sei nome nem nada. E é ótimo! É um casal bem gentil, sempre simpáticos, que não reclamam das barulheiras quando trago amigos, nem quando chego tarde. Que maravilha! Lá, eu não podia dar uma suspirada na minha casa que a vizinha estava na janela. Afe.

Mas enfim, eu troquei de casa, de bairro, de cidade, de estado, de região, de país, de continente e de hemisfério. Só o que me faltava tudo continuar igual, né!



sábado, 7 de dezembro de 2013

derreter em lágrimas não vai adiantar.

E, pras coisas piorarem mais um pouquinho, aquela saudade de se enfiar embaixo das asas dos pais vem com tudo.

Quando eu precisava de qualquer apoio, qualquer mesmo, eles estavam ali. Nem que fosse pra me dizer que a gente ia dar um jeito, que tudo ia terminar bem. Estavam ali pra me dar um abraço. A gente nunca se disse 'te amo', acho que nunca foi preciso. Eu sei o que eles sentem por mim, e eles o que sinto por eles. Sinto tanta falta deles... queria tanto eles aqui. Queria tanto poder trazê-los pra cá.



E não tem uma alma que eu possa abrir meu coração e pedir um pouco de atenção. Todas já estão ocupadas com outras almas.

I love Snoopy!

Ok, o negócio é parar de chorar, limpar essa cara, pegar os livros e estudar. Porque, se nem estudando tu foi bem na outra prova, não é ficando sem estudar que tu vai bem nessa aqui.

:(

Se eu postasse algo ontem, seria um post feliz. Se eu postasse algo há duas horas atrás, seria um post reclamão, mas feliz. Agora, eu tô péssima.

Tô naquele momento de ódio e tristeza, sabe. Que só um abraço e umas palavras legais vão acalmar a tua vontade de matar alguém, destruir algo, ou fazer algo do gênero. Tô péssima. Vi que estudei, estudei e estudei por nada. Nota péssima. Eu sabia que não tinha ido bem, mas tão mal assim? Eu não esperava. Ainda havia um pouco de esperança.

Já não há esperança. Já não há chances. Estou de exame de recurso.

Ok, ano passado também foi assim: fui pessimamente mal nas duas primeiras provas, mas fui super bem na terceira e no exame, e aprovei tranquila. O problema é que aqui as coisas são diferentes. O exame de recurso não é calculado da mesma forma que era calculado lá. Se quer passar com exame de recurso, atinja 50% do exame de recurso. Isso significa acertar 50% de todo o conteúdo do semestre, sendo que em dois terços do conteúdo eu acertei menos de 25%.

Enlouquecer não vai adiantar. Mas tô tão triste. Por ter me iludido, achando que não estava tão mal. Triste, por me sentir sozinha nesses momentos chatos. Triste. Só isso.



Talvez desânimo e tristeza defina melhor o que eu estou sentindo. Perceber que não estão dando resultado todos esses estudos. Sei lá.

'De que adianta qualquer coisa se não há felicidade?'

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Nem adianta se perguntar.

Sabe quando nem tu sabe mais? Faz uns dias que tô com esse pensamento.

Não sei o que é melhor. Não sei se to me sentindo gorda ou se foi bom eu aumentar um pouco minhas medidas. Também não deixei de comer nada por causa disso. Nem to fazendo corridas ou caminhadas como tinha me proposto. Acho que tô comendo cada vez mais... Mas não to me importando.

Não sei se to gostando de alguém. Na verdade verdadeira, creio que seja mais uma das muitas paixonites de 2013. Muitas não, foram poucas, aliás. Cabem nas mãos. Mas espero que seja só uma paixonite. Daqui a pouco passa, como tantas outras.

Sei que preciso focar nos estudos, mas tô tão cansada e saturada disso tudo que não sei o que fazer. Estudar é a coisa mais difícil do mundo.

Uma coisa eu decidi: vou cortar meu cabelo e fazer algo para que ele fique baixo. Diminuir o volume dele. Talvez também umas mechas ombré, californianas, balaiagem... antes de tudo, vou encontrar uma cabeleireira confiável. Mas até o final da semana que vem, estarei em paz com minhas madeixas. Amém. :D

Agora, estudar um pouco antes de dormir. Ou não, né. Afemaria. 


PS.:Esqueci de dizer (no último post) que ganhei um abraço sincero essa semana. Bem bom (: . Acho que isso me ajudou a ficar melhor e nem sentir a TPM. Claro que o álcool e sair de casa também ajudaram, mas não foram só eles.

sábado, 30 de novembro de 2013

Findi. Bom ou ruim?

Final de semana. De novo. Acho que gosto mais da semana em si do que do final de semana. Meus findis aqui são tão menos legais (ou tendem a ser menos legais) dos que eu tinha no Brasil... Aqui não há bailes, quase não há jantinhas na casa de um ou de outro, e há poucos amigos com os quais posso contar como companhia no findi. Meus piores findis lá eram em casa, com os meus pais, vendo tv, fazendo comidas boas, falando sobre qualquer coisa e indo dormir tarde por causa do facebook (ou indo dormir cedo, por cansaço mesmo). Eu não gostava de ficar em casa com meus pais no sábado à noite, era aquela coisa "Todo mundo espera algo mais de um sábado à noite...", e eu também esperava. Sempre tentava arranjar algo pra fazer. Mas enfim, aqui, não há tantas opções do que fazer. E nem meus pais pra caso eu não arranje nada pra sair. Aqui, se eu não sair, estou em casa sozinha. Sim, sozinha porque minha colega também está sozinha. Ela no quarto dela, eu no meu, no máximo jantando algo juntas. E eu vou dormir tarde por causa do facebook (ou cedo, por cansaço mesmo).

Mas isso me faz aprender a valorizar quem eu tenho por perto. Tenho certeza que não vou mais reclamar por não poder sair, e vou aproveitar as pessoas que tenho do meu lado. Porque, quando não tenho nem eles, é foda.

Agora trocando um pouco o assunto, acho que o melhor pra mim (amorosamente falando) é desistir de suprir qualquer carência ou qualquer sentimento faltante com outras pessoas. Tenho que focar em mim e encontrar o amor dentro de mim mesma. Não posso ficar buscando alguém que me ame e me queira. Não vou encontrar tão cedo. Tenho que me amar e cuidar de mim. Única e exclusivamente. Assim, não vou precisar buscar nos outros o que eu tiver encontrado em mim. Não, não é fácil não, mas não é impossível. E será melhor para mim, com certeza.

Ah, a prova foi feia, mas menos pior que a outra. Ainda não saiu a nota. Fé em Deus. (risos)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

preciso de tanta coisa.

E não basta ter saudade: tem que ficar revendo fotos. Por que nos maltratamos desta maneira? Juro que eu queria entender. Ou conseguir me controlar. Se eu pudesse comentava todas as fotos e curtia um milhão de vezes. Não sei se é por saudade ou se é um grito de "heeei, ainda existo! Sintam falta de mim como eu sinto de vocês!!!". Acho que a segunda opção... Mas aquela realidade de que nada é insubstituível bate na porta, e eu preciso abrir. Não tenho outra opção. 

E não há o que fazer. Daqui a algum (bom) tempo eu estarei olhando as fotos daqui e lembrando e sentindo muita saudade. A vida é assim.

Ontem ou anteontem, não sei, nos últimos dias, li um texto bem interessante sobre sermos quem não somos. O autor dizia que ele prefere ser exatamente quem ele é, as pessoas gostem ou não, porque assim ele só tem pessoas que realmente gostem dele perto dele. E as pessoas que não gostam dele não o interessam. Isso faz muito muito muito sentido.
Preciso parar de tentar agradar as pessoas. E de me importar com elas. Sou sentimental demais... pensem o que quiserem, isso não pode fazer diferença na minha vida. Preciso viver por mim, e não pelos outros. Só isso.

Preciso estudar também. Preciso de um amor decente. Preciso de uma amizade verdadeira e sincera, aqui por perto. Preciso de lençóis térmicos, um aquecedor e muito chocolate e vinhos, já que o frio está chegando com tudo. Preciso do meu cartão de crédito. Preciso de paz e sossego... PRECISO MUITO DE ABRAÇOS. SINCEROS. Daqueles, sabe, que não dá vontade de largar nunca.

Se eu conseguir os dois primeiros itens do último parágrafo, ou o primeiro o e último, certamente estarei bem melhor e quase nem mais precisarei do resto.

Aiai, dia meio deprê. Mas vou estudar e ficar bem. Tomara, né. Tenho prova daqui a 3 dias. Afe.

Minha semana não é assim, mas eu gosto muito do Snoopy e tá tão bonitinha essa montagem que resolvi colocar aqui.

Acorda que a semana começou!

PS.: Não acho mais o texto que eu li! Mas prometo que quando eu encontrar vou atualizar o post e colocar o link. (: